quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Frequências

Não sei como nos dias de hoje, pessoas como nós, astutas, perspicazes e com olhos de águia não nos conseguimos aperceber dos pormenores mais banais do quotidiado, como por exemplo uma frequência de consulta. Porque até agora, pensava que as frequências de consulta eram previamente anunciadas pelos professores. Mas com todo o nosso empirismo sobre o assunto, chegamos a pouco tempo a conclusão que todas as frequências são de consulta... o problema é que nós nao sabemos. Acabamos por estudar durante horas a fios, claramente perdidas, porque nem isso é levado em consideração. Uns são "avisados" outros não...
O que vemos nesse meio académico é que aqueles que trabalham por si próprios, não adquirem o mérito desejado e merecido. O problema surge quando, por vezes, nem os próprios professores têm conhecimento que os testes são de consulta, o que nos prejudica, aqueles que nunca têem a informação de quando são os testes de consulta.
Enfim... é a lei natural da vida (sim, estivemos a estudar), nessa corrida, os que ficam para trás ficam na miséria, os que ultrapassam atingem a felicidade, e os que desistem morrem. Por isso estamos aqui a escrever: não queremos ficar na miséria nem morrer. Mas nao conseguimos ficar parados, e ver o Ensino Superior a desfalecer devido à falta de competência de todo o (alto) pessoal envolvente.
Os alunos são sempre os prejudicados. Tanto aqueles que sabem quando são as datas das frequências de consulta, mas que mesmo assim não sabem nada quando forem para o mercado de trabalho, assim como aqueles que não fazem a mínima ideia da "consultez" das frequências, que ficam com médias de merda.
Depois... onde estão todos os trabalhos que fizemos até hoje? porque é que não temos direito a ver as frequências (sejam elas de consulta ou nao). Entre outras tantas injustiças... mas por hoje chega!